Bathory - Jubileu (1992) - Revisão
É uma das compilações mais importantes da história extrema que reúne clássicos como "Sacrifice", "War", "A Fine Day To Die".
O material chega corrompendo o mundo com uma liberdade que aprova a besta. É uma barreira que divide os reinos do bem e do mal. A corrupção de Jubileu, é um chamado do despertar. É o véu negro do apocalipse.
O mal se transforma em mal sútil e revela segredos ocultos das forças espirituais. Sua ideologia carrega um ocultismo que transporta em um universo com ideologias corrosivas e atua no coração dos seres humanos. É um álbum maravilhoso com 15 faixas incríveis que abalam os alicerces das sombras. A besta se livra de sua prisão e Quorton se estabelece como mestre da antiga escola.
O disco desabafa, e sustenta a ganância do mundo. O álbum murmura nas sombras e estabece Bathory como fundamental e faz você enxergar com o caos da estabilidade.
É uma obra que colapsa as forças de conflitos monstros e desperta como o fim de um ciclo.
O álbum tem versos espirituais que clama em dores e a mensagem é despertar e ressurreição.
É obrigatório a audição desse disco por qualquer seguidor de música extrema.
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