Astarte - Sirens (2004) - Review


É cortante como aço. Reina absoluto entre os caídos. É um álbum que determina a Astarte no hall da Old School. Não tem compaixão com ninguém. É um dilema espiritual, que combate as trevas com escuridão. Maria Tristessa deixa claro que nesse momento é fiél ao trono.

A Sirens é um material forjado com o espírito dos rebaixados. A sensação de libertação é grande. São hinos tristes que dividiu o céu. Se firma no juízo eterno de um contexto sombrio a beira do abismo.

O céu entra em crise e batalhas são travadas aos sons do grupo e cada canção flue como um hino que condena todos os decretos divinos. Luzes em diversas direções oriundas de outras dimensões e alinha a infidelidade com a prevaricação.
O disco persiste faixa a faixa sem misericórdia e esvazia todo e qualquer veredito.

É um álbum triste e nuances atmosféricos são percebidos. É uma pausa que todas as almas doentes devem ouvir. É negativo e escuro. É maldade e o céu rende - se. São faixas de black metal que diverse e obedeçe cegamente a vontade de Lucifer. Ultrapassa a ordem eterna e não tem piedade e quebra as frágeis paredes dos céus. É profundamente gratificante sua audição.

As estruturas desafia e só assim se percebe que amor não existe. É um decreto em forma de ação.
Sirens consolida toda uma história de uma banda pioneira e precursora entre as mulheres no Black Metal. Cumpre com bravura sua missão de esparramar o caos e o ódio. Tristessa é uma lenda que desce solene nas dimensões do abismo. 


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